O pior daquele episódio em que o Diretor de “Tropa de Elite” José Padilla encontra uma cópia pirata do filme na casa do Ministro não é o fato em si, mas sim essa proximidade quase promiscua dos cineastas, atores e patota cultural em geral com a pessoa responsável pelo orgão que libera verba (através de renuncia fiscal) para seus projetos. Afinal, o que um cineasta tem que ir fazer na casa do Ministro? Esse apadrinhamento jabaculé, que supostamente o Gil combate, é claramente o que há de mais podre na “industria” *cof, cof* do cinema brasileiro.